Publicação Bimestral do Curso de Jornalismo do Centro Universitário Barão de Mauá

GERAL

Cinema: decupagem clássica vs Dogma 95

Os samurais invadem Ribeirão

Começar de novo

Um estresse chamado TCC

As novas tendências para se relacionar

A música que vem do lixo

Guardadores de carro causam polêmica

Ribeirão recebe dinheiro para combater enchentes

Novos projetos movimentam a agência-escola ELO

Morte do Papa

À espera da primeira chance

A popularização da cirurgia plástica

Carnabeirão

Paulistas gastam R$132 milhões por mês com cigarros

Planejamento: o segredo do sucesso empresarial

Ribeirão tem 14 casos de coqueluche

Mercado informal cresce e pode causar prejuízo

As mulheres invadem o mundo dos automóveis

Cursos de pós-graduação

Skate mobiliza jovens em Ribeirão

Superpopulação de pombos

Uma homenagem aos fãs do Capital Inicial

Celular vira moeda

Humanizar ambientes melhora o dia-a-dia nas empresas

Ribeirão estará nas telas dos cinemas

Combustíveis na mira da fiscalização

Crônica: Coisas de mulher

Teste de HIV: como, onde e porque fazê-lo

Crônica: Um dia daqueles

EDITORIAL E ARTIGOS

Os novos rumos da educação superior

A formação científica na escola

Assim comunica a humanidade

O Brasil precisa esta reforma

Expediente

Errata da versão impressa

Cerca de 30% dos brasileiros têm mau hálito

Michele Pieri
Viviane Gomide

 

Cerca de 90% dos casos de mau hálito, que atinge 50 milhões de brasileiros, é de origem bucal. O mais comum é o hálito desagradável ao acordar, pois durante a noite há uma parada em todas as funções da boca, o que diminui a produção de saliva e aumenta o número de bactérias.
Entre as causas do mau hálito, também chamado de halitose, estão: jejum prolongado, dietas inadequadas, má higiene bucal, baixa produção de saliva, doenças da gengiva, ou mesmo doenças como diabetes, problemas renais ou hepáticos, prisão de ventre, entre outras. Segundo a cirurgiã-dentista, Olinda Tárzia, diferentemente do que a maioria das pessoas pensa, o mau hálito não vem do estômago. “O que acontece é que é muito comum pacientes com gastrite terem mau hálito, mas uma coisa não tem nada a ver com a outra”, explica.
Muitas pessoas têm mau hálito e não percebem, pois as células responsáveis pelo olfato rapidamente se adaptam ao odor constante, o que dificulta sua percepção, sendo necessário procurar ajuda de alguém de confiança ou um especialista.
Alguns alimentos, como alho e cebola, contêm substâncias químicas que interagem com as que estão presentes na boca. O acúmulo dessas substâncias faz com que o cheiro dos alimentos permaneça no céu da boca.
Além de afetar a saúde bucal do paciente, o mau-hálito pode causar constrangimentos sociais, afetivos e até profissionais.
Atualmente, diversos dentistas dispõem de um aparelho que mede a quantidade de bactérias presentes na boca e, com isso, o potencial de halitose. Segundo o ortodontista Leandro Rossi, em muitos casos não é necessário o uso do aparelho, “pois o odor do paciente é muito forte”.
O melhor tratamento para combater o mau hálito é escovar os dentes e a língua após cada refeição, usar fio-dental diariamente, evitar o consumo de alimentos de cheiro carregado, não utilizar soluções para bochecho que contenham álcool e controlar o estresse, pois ele contribui para a ocorrência do problema.