Publicação Bimestral do Curso de Jornalismo do Centro Universitário Barão de Mauá

GERAL

Cinema: decupagem clássica vs Dogma 95

Os samurais invadem Ribeirão

Começar de novo

Um estresse chamado TCC

As novas tendências para se relacionar

A música que vem do lixo

Guardadores de carro causam polêmica

Ribeirão recebe dinheiro para combater enchentes

Novos projetos movimentam a agência-escola ELO

Morte do Papa

À espera da primeira chance

A popularização da cirurgia plástica

Carnabeirão

Paulistas gastam R$132 milhões por mês com cigarros

Planejamento: o segredo do sucesso empresarial

Ribeirão tem 14 casos de coqueluche

Mercado informal cresce e pode causar prejuízo

As mulheres invadem o mundo dos automóveis

Cursos de pós-graduação

Skate mobiliza jovens em Ribeirão

Superpopulação de pombos

Uma homenagem aos fãs do Capital Inicial

Celular vira moeda

Humanizar ambientes melhora o dia-a-dia nas empresas

Ribeirão estará nas telas dos cinemas

Combustíveis na mira da fiscalização

Crônica: Coisas de mulher

Teste de HIV: como, onde e porque fazê-lo

Crônica: Um dia daqueles

EDITORIAL E ARTIGOS

Os novos rumos da educação superior

A formação científica na escola

Assim comunica a humanidade

O Brasil precisa esta reforma

Expediente

Errata da versão impressa

Superpopulação de pombos preocupa médicos e ambientalistas

Foto: Tatiana Serebrinsky

Tassiane Mariano

 

Estima-se que em Ribeirão Preto vivam cerca de cem mil pombos e a tendência é dobrar esse número em dez anos, segundo dados da Divisão de Planejamento e Educação Ambiental da cidade.
A superpopulação de aves preocupa médicos e ambientalistas e já é tema de campanhas educativas e sociais, que enfatizam as doenças, os transtornos causados e as medidas a serem tomadas para controlar a procriação dos pombos.
De acordo com o chefe da Divisão de Planejamento e Educação Ambiental, Perci Guzzo, há uma situação de desequilíbrio de duas espécies de pombos na cidade, o pombo doméstico e a pomba silvestre, também conhecida como “amargozinha”. Ele diz também que é preciso conscientizar a população e que duas medidas básicas são suficientes para controlar a população de pombos urbanos. A primeira é que as pessoas não alimentem as aves, pois elas têm condições de buscar alimento na própria natureza. A outra é não favorecer e nem facilitar o abrigo desses animais, ou seja, tampar frestas e vãos dos prédios com telas, para que eles não construam seus ninhos. “Deixando de facilitar a alimentação e dificultando o abrigo, os pombos vão procurar outros locais fora da cidade”, enfatiza Guzzo.
Já o pneumologista, Enyo Pasquale Júnior, lembra também que há muitos criadores de pombos na cidade e que a maioria não imagina as doenças que esses animais podem transmitir. Para o médico, os criadores devem manter o ambiente sempre limpo, pois o contágio acontece principalmente pelas fezes e pela penas dos pombos. “Equipamentos de proteção individual são necessários para não se inalar as substâncias que prejudicam a saúde”, diz. Pasquale alerta para o risco de se contrair doenças como a pneumonia e a bronquite asmática. Os principais sintomas são gripe, febre, tosse seca e irritativa, dores articulares, enfraquecimento e falta de ar.