Publicação Bimestral do Curso de Jornalismo do Centro Universitário Barão de Mauá

GERAL

Bonfim Paulista ganha
sistema de monitoramento

Computador doente... e agora?

Distrito empresarial não se
desenvolve em Ribeirão Preto

Mercado dominado por homens vaidosos

A arte circense conquista seu espaço

Aumenta procura pela vida religiosa

Transporte coletivo descontenta população

Acupuntura conquista cada vez mais a confiança das pessoas

Acupuntura conquista cada vez mais a confiança das pessoas

A realidade das favelas

Uso incorreto da água causa superexploração do Aqüífero Guarani

Encontro promove debate sobre ética na TV

Quando roubar é uma doença

Participação de mulheres na polícia em São Paulo completa 50 anos

Inimigo silencioso

Lembranças da Segunda Guerra Mundial

Pesquisadores da USP utilizam células-tronco no tratamento de doenças

A união faz a praça

Ribeirão ocupa o terceiro lugar no ranking do Estado em número de portadores do HIV

Educação superior a distância

A crise da meia-idade

Ciúme: medo disfarçado de amor

Mulheres ocupam cargos de chefia

Hotel para cavalos com direito
a convênio médico

Setor hoteleiro cresce em Ribeirão Preto

EDITORIAL E ARTIGOS

Brasil do terrorismo urbano

Porque ser publicitário

Editorial

Expediente

 

A arte circense conquista seu espaço

Foto: Tatiana Serebrinsky

Thalita Caturelli

 

Em Ribeirão Preto, crianças, adolescentes e até adultos têm trocado as academias por aulas de malabares, acrobacia em tecidos e outras estripulias. A escola Essencial de circo, teatro e TV existe há mais de um ano e a procura é grande. “A tendência é expandir a arte circense ainda mais. Quem faz uma aula já se apaixona”, afirma Juliano Barbosa, diretor e professor da escola de circo de Ribeirão Preto. A arte circense cuida do corpo, da alma e da mente.
O estudante Pedro Paulo, 14, é considerado um daqueles freqüentadores assíduos da escola. “O que eu mais gosto de fazer é malabares e andar de perna-de-pau. Pensei que fosse cair, mas no primeiro dia já consegui ficar de pé”, diz.
Não é possível saber o número exato de escolas de circo na cidade, pois elas se misturam a cursos de teatro e televisão.
As artes circenses surgiram, provavelmente, na China, onde foram descobertas pinturas de quase 5 mil anos em que aparecem acrobatas, contorcionistas e equili-bristas. A acrobacia era uma forma de treinamento para os guerreiros. Deles, exigia-se agilidade, flexibilidade e força. Com o tempo, essas qualidades se somaram à graça, à beleza e à harmonia das apresentações públicas.
Hoje as artes circenses estão mais vivas do que nunca e apresentam-se em novos formatos, como em vídeos, nos palcos de teatro, nas festas descoladas. E, assim, com essa nova embalagem, o circo virou uma opção de lazer e até mesmo uma alternativa profissional. Na Europa e na América do Norte, as artes circenses têm formação acadêmica.
No Brasil, a arte ainda não alcançou este espaço. Enquanto pleiteia o status de nível superior, o circo está presente na faculdade de outras formas. Em Campinas, quem faz o curso de graduação em Artes Cênicas na Unicamp, pode encaminhar sua conclusão de curso para a área de circo.