Publicação Bimestral do Curso de Jornalismo do Centro Universitário Barão de Mauá

GERAL

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sistema de monitoramento

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desenvolve em Ribeirão Preto

Mercado dominado por homens vaidosos

A arte circense conquista seu espaço

Aumenta procura pela vida religiosa

Transporte coletivo descontenta população

Acupuntura conquista cada vez mais a confiança das pessoas

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A realidade das favelas

Uso incorreto da água causa superexploração do Aqüífero Guarani

Encontro promove debate sobre ética na TV

Quando roubar é uma doença

Participação de mulheres na polícia em São Paulo completa 50 anos

Inimigo silencioso

Lembranças da Segunda Guerra Mundial

Pesquisadores da USP utilizam células-tronco no tratamento de doenças

A união faz a praça

Ribeirão ocupa o terceiro lugar no ranking do Estado em número de portadores do HIV

Educação superior a distância

A crise da meia-idade

Ciúme: medo disfarçado de amor

Mulheres ocupam cargos de chefia

Hotel para cavalos com direito
a convênio médico

Setor hoteleiro cresce em Ribeirão Preto

EDITORIAL E ARTIGOS

Brasil do terrorismo urbano

Porque ser publicitário

Editorial

Expediente

 

Pesquisadores da USP utilizam células-tronco no tratamento de doenças

Giovanna E. Siqueira

 

Um grupo de pesquisadores e alunos, coordenado por Júlio Voltarelli, professor da Faculdade de Medicina da USP, utiliza células-tronco encontradas na medula óssea e no sangue do cordão umbilical (que dão origem aos glóbulos vermelhos, brancos e plaquetas do sangue), para o tratamento de lúpus, esclerose múltipla e, mais recentemente, diabetes tipo 1.
Esse trabalho visa beneficiar pacientes que não obtiveram resultados satisfatórios no controle de suas doenças com os tratamentos oferecidos pela medicina convencional até o momento. “As células-tronco podem ser consideradas células-mãe. Elas darão origem a outras necessárias ao bom funcionamento do corpo”, diz Daniela Ap. de Moraes, médica da Unidade de Transplantes de Medula Óssea no Hospital das Clínicas. Ela afirma que muitos pacientes já foram atendidos em Ribeirão Preto. De cinco transplantados com diabetes tipo 1, quatro não usam mais insulina. Além disso, pacientes que apresentavam um quadro de esclerose múltipla tiveram a doença estabilizada. Já os portadores de lúpus, com deterioração dos rins, tiveram a doença controlada e não necessitam mais de medicações.
De acordo com a médica, essas doenças são auto-imunes, ou seja, o sistema de defesa do indivíduo doente passa a atacar e destruir estruturas do próprio organismo. No lúpus, os anticorpos podem atacar os rins, as articulações, a pele. No diabetes, atacam as células produtoras de insulina no pâncreas e, na esclerose múltipla, atacam a camada que recobre as células nervosas. Os pesquisadores acreditam que as células-tronco podem ser usadas, também, na recuperação de tecidos e órgãos lesados por doenças como Mal de Parkinson, Alzheimer, osteoporose, entre outras.
O processo de desenvolvimento não pára por aí. Outros professores que também estudam as células-tronco dividem o tempo para explorar um pouco mais esse assunto. Como a professora Maristela D. Orellana, da USP, que realiza seminários para estudar a teoria e os principais conceitos. Especialistas realizam palestras para o conhecimento geral sobre transplantes de medula óssea, leucemia, tipos sangüíneos e outros assuntos.